Um estranho hóspede

Idéias, divagações, pensamentos, delírios e babadas de travesseiro, vindos da mente de alguém que acredita nunca estar no lugar certo, nem na hora certa.

22 Maio, 2007

NÃO MORRI AINDA

Não se preocupem, estou vivo e bem! Andei viciado em internet, jogos e computadores, mas estou dando um jeito nisso.

Como sou avesso a psicólogos (desculpa, Tiemi e Gelda) eu preferi trabalhar a coisa do meu jeito: tirei o windows e os jogos e coloquei Linux Ubuntu! Assim direciono parte do meu vício para algo produtivo. Já a Internet, ela se tornou um mal necessário para minhas pesquisas, um dia dou um jeito nela.

Ultimamente estou estudando muito a guitarra. Comecei um curso de Teoria Musical com um amigo que é baixista profissional e também estou entrando num projeto de big band. Por enquanto sobrou pra mim na parte da guitarra.

Nunca imaginei que tocar certas músicas fosse tããããão trabalhoso. Mas no fim é gratificante e, pouco a pouco, vou dominando o repertório inicial, que é composto de 77 músicas, quase a metade é Axé.

Quando vou praticá-las ou ensaiá-las, sinceramente, tem horas que eu não quero estar ali.

26 Outubro, 2006

MAIS UM MISTÉRIO DA HUMANIDADE (pelo menos a brasileira) DELICIOSAMENTE DESVENDADO

Não digo mais nada, apenas clique aqui.

19 Outubro, 2006

O MENOR (e melhor) CONTO DE FADAS DO MUNDO

Era uma vez um rapaz, que pediu a uma linda garota:
- Você quer se casar comigo?

Ela respondeu:
- NÃO!

E o rapaz viveu feliz para sempre, pescou, jogou futebol, conheceu muitas garotas, visitou muitos lugares, sempre sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltou grana, bebeu cerveja com os amigos, sempre que lhe deu na telha e nunca ninguém mandou nele.

Ah! A moça?

Engordou, teve celulite, estrias, os peitos caíram e ela ficou sozinha.

FIM

16 Setembro, 2006

NÃO TENHA MEDO DE MUDAR

Vou postar um texto , que não é de minha autoria, mas fala para mim...talvez fale para você também!

Não tenha medo de mudar
Eunice Ferrari




"Nas horas graves, os olhos ficam cegos; é preciso então enxergar com o coração".
- Saint Exupéry -

Existem alguns momentos que, lentamente, muito lentamente nos apercebemos de algo acontecendo em nossas vidas interiores. Ouvimos uma voz, lá no fundo de nossas almas, ainda quase imperceptível, que chega a nós como um pequeno incômodo em nossos corações. Passam-se alguns meses, muitas vezes alguns anos, e essa voz começa a se tornar cada vez mais clara.

Mas mesmo assim, nossa tentativa é de fuga, de fingir que nada está acontecendo, que tudo deve continuar como está. Até que essa voz se torna ainda mais clara e afinal, conseguimos ouvi-la. Mas não gostamos do que ouvimos.

Tentamos desesperadamente calar essa voz, mas, nos sentimos impotentes diante de tamanha determinação. A voz incômoda nos diz: "Chegou a hora de mudar!" Mas hesitamos. Mesmo sabendo que precisamos abrir outros caminhos, hesitamos.

Por que nos sentimos tão estranhos às coisas novas que a vida nos impõe? Por que nos são tão difíceis as mudanças? É surpreendente nossa capacidade de adaptação, mesmo às coisas ruins.

Hesitamos bravamente, nos agarramos firmemente a situações que construímos, e negamos a própria transitoriedade, arrogantemente, e muito assustados, tentamos impedir o fluxo natural da vida.

Mudanças são situações sempre acompanhadas de medo, angústia e aflição. Queremos respostas imediatas, soluções relâmpago, queremos saber exatamente o que nos acontecerá a partir de então. Nos sentimos abandonados, desamparados, sós.

Os orientais, desde muito pequenos, aprendem que as mudanças e a morte fazem parte da vida, e que a própria vida não existiria sem sua transitoriedade. Mas nós, ocidentais, aprendemos desde muito pequenos a temer a morte e as mudanças. A construir uma vida sólida, um chão firme para pisar, um castelo de pedras para nele viver e morrer em paz.

Entendemos a morte e as finalizações de ciclos como finais definitivos e irrevogáveis. Mas o que devemos fazer para compreendermos as finalizações, é tentar entender o ciclo como um todo, seu sentido geral.

É muito importante se aperceber do todo, do ciclo total, pois seu significado não está em partes isoladas. Devemos perceber também que nenhum ciclo se inicia sem a finalização do precedente. O que fazemos, na verdade, quando a voz tenta nos alertar, é tentar impedir que a vida viva por si só. Mas insistimos em acreditar que temos algum controle sobre ela.

Na verdade, não sabemos nada. Mesmo quando planejamos nossas vidas, minuciosamente em cada detalhe, pensando ser essa a forma de obter todo o controle, mesmo agindo da maneira mais condizente com "o que deve ser", mesmo assim em um dado momento, perdemos todo o controle e nossos tão caros sonhos escorrem pelas nossas mãos como areia.

E perdemos o norte. Mas esse norte foi desenhado por nós! Algumas pessoas conseguem fazer as escolhas mais acertadas, caminhar por caminhos mais seguros, construir algumas coisas pertinentes à manutenção de suas felicidades. No entanto, muitas pessoas, freqüentemente as mais sensíveis, não conseguem. Em um dado momento de suas vidas, a voz começa a se fazer ouvir. A princípio é apenas um ruído, um estranho incômodo.

Até que ela cresce, e quanto mais negamos sua existência, que é o nosso grito de insatisfação, mais ela insiste em repetir, repetir e repetir: "Agora não tem mais jeito, chegou a hora de mudar!" Nesse momento, mudamos conscientemente, ou a própria vida constrói essa mudança por nós. E se for assim, na maioria das vezes a dor é muito mais intensa. Negar a necessidade de mudança é simplesmente negar a própria vida com seus fluxos e refluxos.

E fazemos contrariados todas as mudanças que achamos necessárias para a construção de um novo caminho. Mas mesmo assim sofremos.

Sofremos pela dúvida, pelo apego ao passado, pelo medo do futuro. Sofremos pela falta de fé, por não acreditarmos na certeza do renascimento que inevitavelmente segue a morte. Seria tão mais fácil se pudéssemos crer nesse movimento de vida, morte e renascimento. Toda noite segue o dia, que segue a noite, que segue o dia...
...e a lua cresce, fica cheia, mingua e depois desaparece aos nossos olhos...
...e as flores nascem na primavera, morrem no outono, dão lugar aos frutos que também amadurecem e morrem, e quando chega o inverno a vida começa a acontecer no silêncio subterrâneo, no inconsciente da Terra, preparando o nascimento de uma nova vida. Assim segue a natureza, da qual fazemos parte.

Da mesma forma quando mudamos, algo acontece em nosso silêncio interior, mas como não podemos ouvir com os ouvidos físicos, acreditamos que nada está acontecendo. Mas a vida continua se formando em nossas entranhas, e para ouvir o coração da vida, mesmo em meio às confusões das mudanças e todos os medos que as incertezas nos trazem, devemos aprender a ouvir com os ouvidos da alma.

Crescemos, amadurecemos, construímos um novo caminho, envelhecemos, e por fim morremos, dando lugar a uma nova vida. Assim é a nossa natureza, e é assim que funciona a vida. Não temos escolha a não ser acreditar e confiar nesse inexorável e maravilhoso ciclo, de vida, morte e renascimento.

01 Setembro, 2006

Mat Weddle, da banda Obadiah Parker -

Essa música me chegou pelo MSN da minha adorada sobrinha Renata "Alanis", em auxílio a tempos muito confusos em minha mente. Obrigado, querida!

Espero que gostem.

23 Março, 2006

RECORDAR É VIVER

Taí uma das bandas de uma ou duas músicas da década de 80 que eu curti e- por que não dizer ? - curto até hoje. Skowa & a Máfia.
De cara um som funk maravilhoso, dançante e letras muito legais e cabeça (apesar de na época o que importava era aparecer). Fora a inversão visual: boa parte da banda era composta por mulheres lindas e os backing vocals eram homens. Aqui vai a letra do maior sucesso deles.

Automóveis (Atropelamento e fuga)

Você dirige o automóvel, eu lhe dirijo argumentos
Você digere alguns momentos, mas cola seus olhos ao ponteiro
E cola o ponteiro ao vermelho e cola o seu carro ao da frente
Você diz a verdade quando mente
Porque amplifica sua voz quando fala
Seu carro é rápido como uma bala
Seu carro é irrefutável, mas as vielas são inviáveis...
Automóveis - atropelamento e fuga
Alvos móveis - atropelamento e fuga


Há sobre certos ombros largos menos que atrás dos olhos brilhantes
De quem sabe e sabe que sabe e sabe muito antes de cada fato
Você sucumbe ao aparato
Você já vem enquanto eu ia
Só que você não viu nada por lá... e há

Vocé dirige o automóvel mas eu dirijo o seu tormento
E a minha lógica pedestre vai ser seu atropelamento
E eu serei o responsável... e irresponsabilizável
Automóveis - atropelamento e fuga
Alvos móveis - atropelamento e fuga

21 Março, 2006


TEMOS UMA ANIVERSARIANTE!

Hoje é um dos dias em que eu não devia estar aqui, mas estar aí ao seu lado, querida amiga!
Não preciso recontar nossa história, que sabemos decor ela ser de amor, carinho, risadas, lágrimas, palhaçadas, mancadas, surpresas e muita, mas muita saudade. Tudo intensamente vivido e revivido em cada vez que posso ter o privilégio de poder te ver, abraçar e aprontar das minhas.
Sou muito feliz por me considerar seu amigo e muito feliz por saber que me tem por amigo.
Te defendo até a morte e puxo suas orelhas sem dó se for preciso: somos uma família!
Por isso agora que é mais um aniversário seu, não vou te desejar nada... nada além de um presente pra mim: sua felicidade, seu sorriso, suas lágrimas sinceras e o sol cobrindo de calor e amor tudo o que você ama.

FELIZ ANIVERSÁRIO, HELOÍSA!

10 Março, 2006

UM DE MEUS PENSAMENTOS

Amor platônico é foda sem foda.

QUE SONHO DOIDO

Antes de contar o sonho que tive a noite passada, primeiro preciso dizer que nos últimos dias o Chuck Norris voltou a ser a coqueluche, principalmente entre os internautas, depois que começou a circular este texto. Tem um vídeo também, baseado nesses fatos, mas só é relevante saber que vi o tal vídeo ontem.

Bom, no sonho eu estava voltando pra casa dirigindo, quando notei que tinha alguma coisa estranha, já que eu não tenho carro e muito menos sei dirigir.

Havia uma aglomeração de pessoas na entrada de um prédio, pois ali um homem havia sido assassinado. Curioso, estacionei e não consegui entender lhufas do que rolava ali, mas fui o único a notar um envelope limpinho sob um móvel. Peguei o envelope sem ser percebido e voltei pra casa.

Chegaram dois amigos meus e quiseram logo saber o que era o envelope. Eu o abri e havia uma espécie de chip de computador dentro. Perdemos algum tempo tentando desvendar o que seria, até que chegou mais uma pessoa e disse que aquilo era um chip de um projeto secreto lendário da Atari.

Será que cabia num Atari ? Como em todo sonho que tenho, peguei um console Atari do nada, abri e tentei colocar o tal chip... mas quem disse que havia onde colocar ? Aí peguei um cartucho, abri e vi que ali cabia o tal chip.

Eureka!! Mesmo em sonhos eu continuo sendo um gênio!

Liguei a parafernália, esperando resolver o assassinato que havia acontecido e, quando começa a rolar o programa do chip, acontece nada mais, nada menos que uma propaganda com o trailer do próximo filme do Chuck Norris!!!

Os meus amigos no sonho (nunca vi eles!) riam a valer da minha cara! E eu não sabia onde enfiá-la! Tanto trabalho, destruí um console valioso e um cartucho de Atari pra ver a !#$@$@ de um filme do Chuck Norris!

Peguei o tal chip, meti dentro do envelope cuidadosamente e voltei à cena do crime. Estava convencido de que o assassino era o Chuck Norris! Ia entregá-lo à polícia e seria um herói.

Cheguei no tal prédio, encontrei o encarregado do local e, puto da cara pelo trabalho que tive em achar e destruir um console atari e um cartucho só por causa de um trailer de um filme do Chuck Norris, joguei o depósito embaixo de um móvel qualquer e bati no cara até ele morrer.

Aí quem eu vejo vindo na minha direção pra me prender ? Ele mesmo! Chuck Norris!!!

Saí correndo, deixando uma aglomeração de pessoas no local, um defunto e o envelope embaixo de um móvel qualquer, com o Chuck me perseguindo.

Sério, gente... tirando a parte poética, sonhei isso mesmo!

08 Março, 2006

ESSAS MULHERES... (voltando ao normal)

Estou eu trabalhando tranqüilamente quando... bom, deixa eu explicar antes: no meu trabalho a parede é uma bruta janelona a uns 20m de distância da entrada de uma cantina. Sendo uma cantina universitária entre os blocos de psicologia e de enfermagem, tenho visão privilegiada de muitas beldades que a freqüentam pra lanchar, fazer hora ou tirar xérox. Mas, voltando ao texto...

Estou eu trabalhando tranquilamente quando vejo duas moças saindo apressadinhas da cantina e se abraçando e olhando pra porta. As duas são grandonas, bem encorpadas e, por que não dizer, gostosonas. Aí vem uma terceira menina, pequena com uma vassoura maior que ela na mão e bate com a vassoura no chão como se estivesse matando algo. Aí vejo que as duas grandonas estavam com medo de uma aranha ou uma barata, não pude identificar.

Parabéns pra menor das 3, que soube enfrentar o maior medo das grandonas matando por atropelamento* ;)


Será que alguém vai entender a profundidade do termo "atropelamento" ?

Bom, elas estão aí, não tem como negar...
E eu simplesmente AS ADORO!
Aqui vai minha singela homenagem para elas,
nas palavras do meu querido amigo, Erasmo Carlos, mora ?

Mulher
Tom: A
A                            Bm7
Dizem que a mulher é o sexo frágil
E7 A
Mas que mentira absurda
Bm7
Eu que faço parte da rotina de uma delas
E7 A
Sei que a força está com elas...
Bm
Vejam como é forte a que eu conheço
E7 A
Sua sapiência não tem preço
Bm7
Satisfaz meu ego, se fingindo submissa
E7 A Bm7 Cm7
Mas no fundo me enfeitiça
Dm7
Quando eu chego em casa a noitinha
Bm7
Quero uma mulher só minha
Dm7
Mas pra quem deu a luz não tem mais jeito
Bm7 E7
Porque um filho quer seu peito
C#m7 F#m7
O outro já reclama a sua mão
Bm7 E7
E o outro quer o amor que ela tiver
C#m7 F#7 Bm7 E7 A E7
Quatro homens dependentes e carentes da força da mulher.
A Bm7
Mulher, mulher
C#m7 D7+
Do barro de que você foi gerada
C#m7 F#7 Bm7 E7/9- A Bm7 E7
Me veio inspiração pra decantar você nessa canção
A Bm7
Mulher, mulher
C#m7 D7+
Na escola em que você foi ensinada
C#m7 F#7 Bm7 E7/9- A Bm7 E7 A
Jamais tirei um dez, sou forte mas não chego aos seus pés.

05 Março, 2006


DESSA VEZ EU QUIS ESTAR ALI (QUASE)

Ontem nos apresentamos no Asterisco, bar daqui de Maringá, mas deixa eu recuar um pouco no tempo: há duas semanas meu amigo baterista Carlinhos me avisou que tocaríamos lá. Começaríamos como Creedence Clearwater ReCover (Fer Vintage, Marquinhos, Carlinhos e Euzinho) e em seguida seria o The Rolling Stones Cover (Beto Bertolla "Jagger", Carlinhos, Mano e Eu). Isso mesmo, jornada dupla pelo salário de uma banda... legal, né ?

Ensaiamos duas vezes com o Stones e como era semana de carnaval não deu pra ensaiar com o Creedence a não ser ontem mesmo, a umas 5 horas do show. Eu sabia do show há 2 semanas, mas o Marquinhos, coitado, só foi avisado 3 dias antes... acontece ;)

Sábado, choveu facas Ginsu durante a tarde, eu sem grana e não pude comprar cordas novas pra Gigi, minha guitarra... e no ensaio arrebentou uma corda. Ensaiei sem ela mesmo e por sorte ainda tinha uma sobrando em casa. Tudo certo pra dar merda de noite, mas felizmente não deu... ou quase não deu.

Cheguei no bar antes dele abrir. Não, não cheguei cedo, os donos é que se atrasaram. Estavam todos lá: bandas, seguranças, garçonetes, ajudantes e alguns clientes. Entramos todos (menos os clientes) e em tempo recorde preparamos tudo: nós o palco e o resto a limpeza do bar.

O show do Creedence transcorreu tranquilamente, a galera gostou muito, tivemos poucos erros perfeitamente encobríveis aos ouvidos leigos e alcoolizados da galera. Aliás, que galera! Nunca vi aquele bar tão lotado! Eu tinha duas palhetas, perdi as duas, tive que tocar com os dedos mesmo.

Pouco tempo pra descanso, afinei três guitarras, achei uma palheta, tomei uma cerveja e começamos o show do The Rolling Stones Cover. Senti que a galera estava realmente esperando por isso, acho que devido ao show do bom e velho Stones original no Rio.

Até eu estava empolgado, pulei, soltei a voz, fiz os solos acho que certos. Mas como vocês adoram saber das palhaçadas, deixo elas para o próximo post.

Aqui está uma foto de ontem e deixo aqui um beijo especial pra minha futura madrinha, Bethânia, que gentilmente me cedeu a Persephone pra eu meter meus dedos.

02 Fevereiro, 2006

Recebi por e-mail há uns meses... ao fazer a limpa, resolvi veicular. Desconheço o autor, mas é bem o caso de eu não querer estar por perto quando isso acontece comigo.

TPM EM 4 FASES


Segundo a doutrina majoritária masculina, dividiu-se a TPM em 4 fases principais:

Fase 1 - A Fase Meiguinha

Tudo começa quando a mulher começa a ficar dengosa, grudentinha. Bom sinal?

Talvez, se não fosse mais do que o normal.

Ela te abraça do nada, fala com aquela vozinha de criança e com todas as palavras no diminutivo.

A fase começa chegar ao fim quando ela diz que está com uma vontade absurda de comer chocolate.

O que se segue, é uma mudança sutil desse comportamento, aparentemente inofensivo, para um temperamento um pouco mais depressivo.

Fase 2 - A Fase Sensível

Ela passa a se emocionar com qualquer coisa, desde uma pequena rachadura em forma de gatinho no azulejo em frente à privada, até uma reprise de um documentário sobre a vida e a morte trágica de Lady Di. Esse estágio atinge um nível crítico com uma pergunta que assombra todos os homens, desde os inexperientes até os mais escolados como o meu pai: "Você acha que eu estou gorda?"

Notem que não é uma simples pergunta retórica.

Reparem na entonação, na escolha das palavras. O uso simples do verbo "estou" ao invés da combinação "estou ficando", torna o efeito da pergunta muito mais explosiva do que possamos imaginar. E essa pergunta, meus amigos, é só o começo da pior fase da TPM. Essa pergunta é a linha divisória entre essa fase sensível da mulher para uma fase mais irascível."

Fase 3 - A Fase Irascível

Parece ser uma novela ambientada na era feudal. Sem legendas...

Então, meio sem graça, sem saber se fez alguma coisa errada, você faz aquela famosa pergunta: "Tá tudo bem?". A resposta é um simples e seca: "Tá" sem olhar na sua cara. Não satisfeito, você emenda um "Tem certeza?", que é respondido mais friamente com um rosnado baixo e cavernoso "teeeeenhoooooo!!!!!!!". Aí, como somos legais e percebemos que ela não tá muito a fim de papo, deixamos quieto e passamos a tentar acompanhar o que Tanaka está tramando para tentar tirar Kazuke de Joshiro, o galã da novela que...

* Merda, viu!? - ela rosna de repente.

* Que foi?

A Fase Explosiva acaba de atingir o seu ápice com essa pergunta. Sem querer, acabamos de puxar o gatilho. O que se segue são esporros do tipo:

* Você não liga pra mim! Tá vendo que eu tô aqui quase chorando e você nem pergunta o que eu tenho! Mas claro! Você só sabe falar de você mesmo! Ah, o seu dia foi uma merda? O meu também! E nem por isso eu fico aqui me lamuriando com você! E pára de me olhar com essa cara! Essa que você faz, e você sabe que me irrita! Você não sabe! Aquele vestido que você me deu ficou apertado! Aaiii, eu fico looooouca quando essas coisas me acontecem! Você também, não quis ir comigo no shopping trocar essa merda! O pior de tudo é que hoje, quando estava indo para o trabalho, um motoqueiro mexeu comigo e você não fez nada! Pra que serve esse seu Jiu-Jitsu? Ah, você não estava comigo? Por que não estava comigo na hora? Tava com alguma vagabunda? Aquela sua colega de trabalho, só pode ser ela. E nem pra me trazer uma porra de um chocolate! Cala sua boca! Sua voz me irrita! Aliás, vai embora antes que eu faça alguma besteira. Some da minha frente! Desnorteado, você pede o pinico e vai embora.

Tenta dar um beijinho de boa noite e quase leva uma mordida."

Fase 4 - A Fase da Cólica

No dia seguinte o telefone toca. É ela, com uma voz chorosa, dizendo que está com uma cólica absurda, de não conseguir nem andar.

Você vai à casa dela e ela te recebe dócil, superamável. Faz uma cara de coitada, como se nada tivesse acontecido na noite anterior, e te pede pra ir à farmácia comprar um Atroveran, Ponstan ou Buscopan pra acabar com a dor dela.

Você sai pra comprar o remédio meio aliviado, meio desconfiado.

"O que aconteceu?", você se pergunta.

"Tudo bem.", você pensa.

"Acho que ela se livrou do encosto." Pronto! A paz reina novamente.

A cólica dobra a fera (literalmente) e vocês voltam a ser um casal feliz.

Pelo menos até daqui a 20 dias...

25 Janeiro, 2006

Texto de Martha Medeiros:

Em Londres um pub está fazendo sucesso porque instalou para seus clientes uma cabine telefônica com uma sonorização peculiar: enquanto a pessoa fala ao telefone, pode acessar o som de um congestionamento, com muito buzinaço. Ou pode acessar o som de um ambiente de escritório. Toda essa parafernália é para que quem esteja do outro lado da linha não identifique o som do bar.

Assim o bebum pode dar uma desculpa esfarrapada e chegar em casa sem levar uma descompostura, afinal, estava trabalhando até tarde, o coitado, e ainda por cima ficou preso num engarrafamento depois.

Essa cabine telefônica com efeitos especiais só vem demonstrar que os bares andam muito moderninhos, mas os casamentos continuam parados no tempo, mesmo na vanguardista Inglaterra. "Só vou se você for" segue na moda. Enquanto isso a hipocrisia deita e rola.

Muitas pessoas ainda têm uma idéia convencional do casamento: encaminham-se para o altar como quem encaminha-se para o supermercado em busca de um produto pronto, industrializado, com um rótulo dando as instruções de como utilizá-lo, e parece que a primeira instrução é: nenhum dos dois têm o direito de se divertir sozinho ou com os amigos, a menos que o cônjuge esteja junto.
Não é de estranhar que os prazos de validade do amor andem cada vez mais curtos.
Não há paixão que resista ao grude.
Não há paciência que resista à patrulha.
Não há grande amor que prescinda de outras amizades.
Sair sozinho para beber com os amigos deveria ser um dos 10 mandamentos para uma união estável, valendo para ambos os sexos. Quem não gosta de bar pode substituir por futebol, cinema, shows, sinuca, saraus ou o que o Caderno de Cultura sugerir.

E não perca tempo lamentando por aquele que vai ficar em casa. Provavelmente ele vai se divertir tanto quanto. Ouvir música, ver televisão, ler livros, abrir um vinho, tomar um banho de duas horas, navegar na internet, dormir cedinho, tudo isso também é um programaço.

Quem não sabe ficar sozinho não pode casar, sob pena de transformar o matrimônio num presídio para dois. Tem muita coisa em Londres que eu gostaria de ter aqui: parques mais bem cuidados, mais livrarias, mais respeito à individualidade, melhor transporte público, prédios mais charmosos. Só dispensaria o clima e esse pub pra lá de vitoriano, onde pessoas adultas são incentivadas a inventar um álibi para justificar um atraso.

Atraso é ter que mentir para que o outro não perceba que você está feliz.

Retirado do blog Chopp Calcinha.

20 Setembro, 2005

PESQUISA PESSOAL

Me respondam, meninas:

1. zorba
2. sunga
3. samba-canção
4. boxer
5. bicho solto

???

12 Setembro, 2005


SER MÚSICO É PADECER NO PALCO

Sabe esses dias em que tudo dá errado ? Bom, não tudo, mas as coisas erradas acabam ofuscando as boas... todo mundo deve saber bem.

Eu toco em uma banda chamada Creedence Clearwater Recover. Fomos chamados para uma performance em um bar daqui de Maringá. Foi meio que de última hora, mas consegui avisar um monte de gente e ainda tivemos tempo pra ensaiar.

Ensaio feito, últimos acertos, volta pra casa, preparação e descanso e finalmente à noite eu chego no bar... um pouco adiantado, meus companheiros ainda nem haviam chegado, mas não demoraram muito.

Armamos o palco, testamos o som... depois foi só esperar o bar abrir e o povo começar a chegar. Mas aí que começou meu martírio.

Começamos a tocar e, na primeira música o baixista encosta em mim (o palco é pequeno) e tomo um puta choque! maldito aterramento defeituoso! Bem na hora em que eu fazia segunda voz, que por sorte era meio gritada e pude disfarçar meu próprio grito de susto.

E também nesta primeira música eu já arrebento uma corda da guitarra. Corda nova, recém-colocada e olha que eu tenho "mão leve" pra tocar. Não tinha como continuar tocando, a guitarra desafinou toda e não tinha jeito: eu passei correndo pelo meio da multidão até O OUTRO LADO DO PALCO pra pegar minha caixinha de cordas e (surpresa!) eu tinha todas as cordas sobrando, MENOS a maldita corda arrebentada. Recorri ao material do outro guitarrista e ele tinha a corda. Bom, ele me devia uma mesmo do show anterior e peguei sem dó.

Quem não tem roadie sabe o inferno que é trocar corda de guitarra no apuro. Consegui colocá-la, passei pela multidão e voltei ao meu lugar DO OUTRO LADO DO PALCO, peguei o afinador e afinei a Gigi, minha guitarra.

Nessa altura meu humor já estava arruinado, mas voltei a tempo de tocar a terceira música e aí o baixista encosta em mim de novo. Outro choque f.d.p. e eu xinguei Itaipu.

Algumas pessoas flagraram e virei motivo de piada. Eu falei pro baixista não encostar mais em mim ou eu ia sentar a porrada... só que não tinha como, o palco era realmente pequeno.

Resumindo um pouco, foram ao todo 7 ou 8 choques a noite toda. Eu via estrelas e gritava em cada um deles. Mas minha compensação, se é que eu posso chamar assim, é que ele também levava o mesmo choque quando encostava o contrabaixo em mim e gritávamos em coro. Acho até que se eu ainda usasse cabelo black power ele estaria espetado.

Eu estava irado, chateado, magoado, puto da cara. Tocava mecanicamente e me acalmei com esforço sobre-humano. No início da última música, logo após o último choque me arrebenta a última corda da guitarra.

O jeito foi fingir que tocava e nessa hora acredito que até quem estava no banheiro sabia da performance chocante deste que vos escreve. Só que, quando a música chegou aos seus últimos acordes, acontece a tradicional barulheira: todo mundo toca o último acorde, o baterista fica repicando feito uma metralhadora e dá a batida final. Só que, nessa baquetada final, uma das baquetas escapa da mão dele (ele faz isso de propósito, eu sei) e em vez dela ir pra cima, vem direto na cabeça de ... preciso dizer quem ?

E a platéia ainda tem a pachôrra de pedir "MAIS UM! MAIS UM! MAIS UM!" e "CONTINUAAA!" ou então "TOCA MAAAIS!!". Era eles contra eu: eles querendo mais e eu querendo sai dali o mais rápido possível. Ganhei a batalha, sumi do palco.

Aliás, relembrando o espírito deste blog, durante a noite toda EU NÃO QUERIA ESTAR ALI.

O cachê da noite foi suado e eu fiquei com mais esta história pra contar, mas me vinguei no show seguinte: tudo o que ocorreu comigo aconteceu com o outro guitarrista, menos os choques (esse mundo é mesmo muito injusto). Da próxima vez vou é tocar com roupa de borracha isolante, daquelas de mergulhador ;)

06 Agosto, 2005

Cientistas descobrem porque os homens não ouvem as mulheres

Londres - As mulheres falam com voz mais aguda e musical que os homens, emitindo uma gama maior de ondas sonoras, difíceis de "decodificar", que fazem o cérebro masculino trabalhar mais, o que explica um certo cansaço depois de algum tempo, revelou um artigo publicado neste sábado no jornal Daily Mail.

Segundo o estudo, feito por pesquisadores da Universidade de Sheffield (norte), se os homens não escutam as mulheres não é por má vontade, mas porque o cérebro deles têm mais dificuldade de compreender a voz feminina.

Os pesquisadores estudaram com um scanner a atividade cerebral de 12 homens, aos quais fizeram ouvir vozes femininas e masculinas. Desta forma, comprovaram que as vozes ativam diferentes partes do cérebro, dependendo do sexo de quem as emite.

Segundo os pesquisadores, isto pode explicar porque as pessoas que têm alucinações auditivas geralmente ouvem vozes de homens, mais fáceis de ser criadas pelo cérebro.

Estranha hospedaria - (Versão 1) Pois é, finalmente a ciência agora está do nosso lado para nos livrar desse bando de feministas desocupadas que vivem se ocupando de nos atazanar. Eu sempre achei que o "ser homem", em seus níveis mais básicos era ser mais prático, direto e objetivo em tudo. Por isso homem fala pouco quando está falando com as mulheres: ou queremos acabar o assunto logo e dormir/ver TV/transar/sair-o-mais-imediatamente-possível ou simplesmente não queremos cansar a mente com conjecturações femininas extensivas, já que estamos com sono, ou vendo TV, ou com tesão ou querendo sair o mais imediatamente possível.

Estranha hospedaria
- (Versão 2) Tá vendo como vocês são complicadas, mulherada ? Agora com essa explicação com embasamento científico, falem o que querem logo, mas quando vierem, passem na geladeira e tragam uma loira geladíssima.

Oops... acho que depois que minha namorada ler essa eu não deveria estar aqui.

E, antes que eu me esqueça, a fonte da notícia é esta.

01 Agosto, 2005


FÉRIAAAASSSSSSS!!!!

Pois é, em dois dias eu serei um completo vagabundo por 30 dias.

Como estou sem internet decente em casa, provavelmente não escreverei nada por aqui nesse período, mas se me acontecer algo vexaminoso ou mesmo engraçado, virei aqui me esconder e expor ao mesmo tempo, como tenho feito desde o início deste blog.

Nem sei se haverá tempo com tudo o que peguei pra ler por estes dias, mais o endiabrado anjinho do meu sobrinho de 3 anos.

Vou aprender a fotografar melhor, a tocar melhor, a escrever melhor e quem sabe eu até aprenda a mijar com a tampa da privada levantada e me lembre de abaixar depois... não, isso é pedir demais pra um homem, ainda mais um homem na minha faixa etária.

Posso aprender a não arrotar alto... er... também não.

Que tal se eu prometer não falar palavrão ou parar de cuspir no chão ?

Ah, que se foda, se vocês não gostarem de homem assim, não vão gostar de mais ninguém!

Entonces... como quem vem ler estas páginas são amigos bem chegados, eu aviso a todos assim que retornar, ok ?

Agora eu vou-me indo, pois eu não deveria estar aqui.

28 Julho, 2005

Justiça na França

Segundo esta notícia, pedófilos franceses foram condenados no maior julgamento de pedófilos da história, acredito que não só da Fança, mas do mundo.

Mas primeiro mundo é diferente... na França vão estar "presos", tratados como celebridades do crime e bem protegidos.

Aqui sim a justiça seria mais poética e justa para essas aberrações: se escapassem de um linchamento, na cadeia eles seriam abusados sexualmente pelos presos em fila, por ordem crescente de tamanho de pênis, sem camisinha e todos aidéticos.

Eu não queria estar na pele deles.

26 Julho, 2005

Coisas de casal

Bom, havia tempos que não postava um belo mico, então vamos lá!

Este fim de semana fez um belo frio por aqui. Nada mais aconchegante que namoro caseiro, sofá quentinho que a sogra não deixa por os pés sobre... mas como ela estava fora, que se dane! :)

Já notaram que quando você consegue realmente se aconchegar bem - se bem que duas pessoas enormes num sofá apertado (coisas de casal) é difícil - você tem que sair freqüentemente de onde está ?

Eu estava bem aconchegado, deitado nos quadris dela (coisas de casal), estávamos vendo filmes na TV a cabo (puta coragem: As panteras detonando, George of the Jungle II, Cheetah Girls... só filme tipo forçação de barra à enésima potência) e tive que levantar pra fazer não sei o quê.

Como todo bom (leia-se "sacana") namorado (leia-se "sacana"), levei o cobertor comigo. Puxa, como mulher reclama! Ela protestou e reclamou do frio e eu divertia com as reações dela. Ccoisas de casal.

Novamente me deitei, nos cobrimos e continuamos vendo a enxurrada de absurdos cinematográficos, isso quando ela não resolvia fazer tour por todos os canais - mais ou menos 0,5 segundos em cada um - e depois esquecia onde estávamos vendo o filme e eu também. Coisas de casal.

Então eu me levando novamente para fazer não sei o quê e, com minha mente maquiavélica, arquiteto mais um plano maligno para sacaneá-la.

Seria uma operação blitzkrieg* e já a executei imediatamente, sem tempo para pensar nos contras: fui à cozinha, abri uma tubaína com bastante barulho para que ela soubesse onde eu estava, voltei correndo pelo pequeno corredor, parei, puxei seu cobertor para ficar com ele e voltar para a cozinha ouvindo as reclamações dela.

Plano perfeito, mas que não contava com um pequeno aparato, criado por alguma mente mais maquiavélica do que a minha justamente para derrubar pessoas em ações rápidas: o tapete na sala. Escorreguei no tapete e caí de bunda no chão.

Aí como ela riu por último, ela riu melhor... por horas... e vai rir ainda por dias (coisas de casal).

Naquela hora, como sempre, eu não queria estar ali. Se um dia eu voltar a fazer judô, tenho contas a acertar com aquele tapete.

Moral da história: quem puxa o cobertor dos outros tem seu tapete puxado.

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* Operação blitzkrieg: tática alemã na segunda guerra, que consistia em atacar o inimigo de forma rápida, dura e precisa, sem dar chance de revide.

21 Julho, 2005


O fim de uma novela

Hoje finalmente termina algo que se arrastou por longos meses: meu amplificador novo chegou.

Eu havia encomendado um amplificador valvulado para gaita. Depois de 30 dias de espera, ele NÃO ficou pronto. Depois de mais 30 dias de espera ele, agora sim, NÃO ficou pronto de novo! Mais 10 dias e não teve jeito: sim, ele ficou pronto.

Então ele me foi enviado via transportadora e finalmente chegou nas perfeitas condições de qualquer objeto que tenha caído um tombo muito forte.

O jeito foi reclamar, reclamar de novo, ir no Procon, reclamar, fazer acordo, não ser atendido, ir no Procon de novo, novo acordo e finalmente ser atendido.

A transportadora levou, o fabricante enrolou, consertou, enrolou mais um pouco, enviou, a transportadora trouxe de volta e o bicho já está na cidade... e agora eu sou a personificação da agonia, só de esperar a po#$%#$%@ desses caras da transportadora virem entregar o aparelho aqui.

Esse tipo de coisa faz o tempo andar deeeevaaaaagaaaaar...

... mas o tempo não é paralítico! Ele andou e meu amplificador finalmente está aqui. E, graças às maravilhas da tecnologia digital, estou mostrando ele a vocês.

Então me permitam ir embora pra testá-lo no conforto do meu lar, porque agora sim eu realmente tenho um motivo para não estar aqui.

Propaganda indesejável

Já perceberam a enorme quantidade de SPAMS que chega a nossas caixas de e-mail?
Todo dia é uma tonelada de coisas inúteis que me fazem pensar... não em quem os envia, mas em quem consume os produtos oferecidos por eles.
Me refiro mais especificamente aqueles com relação ao sexo. Compre viagra online, compre um remédio melhor que viagra, aprenda a fazer sexo melhor, conquiste aquela gata, aumente seu pênis... e por aí vai.
Aliás, esse último exemplo é o que mais chove por aqui. Quem em sã consciência vai cair no desespero e ir atrás dessa fantasia? Esse assunto é o calcanhar de Aquiles (isso me lembra que tenho que assistir o filme "Tróia" de novo) na vaidade masculina. Aposto que as mulheres não recebem um e-mail tipo "estreite sua vagina".
Olhei pro meu e perguntei: "E aí, amigo, tá a fim de expandir?". A resposta foi um sonoro "Não, obrigado, tá muito frio". O jeito foi me resignar.
Me considero um usuário expert, mas mesmo assim não venço criar filtros no Firefox para esses e-mails tentadores, digo, indesejáveis irem direto pro lixo.

20 Julho, 2005

Passando a ver o mundo com outros olhos

Depois de muito tempo passando vontade, desejo, ânsia, lombriga... er... acho que me entenderam.

Eu precisava desesperadamente de uma câmera digital! Este mundo é muito bonito para confiar somente na minha parca memória fotográfica.

Eis que finalmente consegui comprar uma Nikon Coolpix 5600 de 5.1 MegaPixels. A duras custas, é claro, mas foi uma pechincha caríssima. Cara porque estou realmente duro esses dias, a grana parece que nunca dá. Pechincha porque mesmo sendo cara, me saiu barata. Será que entenderam ? Duvido muito.

O fato é que agora posso registrar as coisas que vejo neste "mundão véio sem porteira". Posso finalmente provar que eu realmente estive ali, mesmo querendo não estar (este é o espírito deste blog, lembram?).

Bom, sonho de consumo consumido (e ainda pagando), agora só me resta fotografar e me lastimar por não poder revelar no papel tantas fotos.

O engraçado é que agora este "mundão..." não parece mais tããããooo bonito ultimamente...

Mas é só impressão, ele é bonito sim! Vejam o pôr-do-sol perto de minha casa.

23 Junho, 2005

Renascido das cinzas

Puxa vida, ONZE meses sem aparecer aqui! Mas o que mais impressiona, fora o fato de não terem apagado este blog, é eu conseguir lembrar o login e a senha pra voltar a escrever.

Quando blogs viraram moda eu me ausentei do meu, porque sou meio anarquista com essa coisa de moda: quando tem muita gente usando, não presta mesmo.

Tanto que, quando a moda era negão ser careca, eu tinha cabelo black power. Agora raspo mesmo porque acredito (ou me fizeram acreditar) que fico mais bonito assim.

Bom, agora que blog não é mais moda, acho que estou de volta! Já reli tudo desde o começo e aconselho vocês a fazerem o mesmo, pois agora sim posso olhar para o passado e dar risada. Isso é melhor (ou pelo menos mais em conta) do que psicanálise!

Agora deixa eu trabalhar (no mesmo lugar), pois eu não deveria estar aqui.

09 Julho, 2004

Ser tio é padecer em frente ao micro

Super Mário 64... quando esse jogo saiu para o Super Nintendo 64 há alguns anos, joguei um pouco mas me atraí quase nada, porque não gosto de vídeo-game. Sempre gostei dos joguinhos de computador. Me dou melhor com teclado do que com aqueles controles chatinhos (e olha que venho da época do telejogo).
Consegui esse e outros jogos para jogar no meu computador, apenas pra relembrar o passado.

Mas caí na besteira de mostrar uma vez para meu sobrinho de 2 anos. Resultado: é só eu chegar em casa e ouço o interesseirinho vir me abraçar e gritar "Málio! Málio! Biaaaa!* Málio!...". Parece disco quebrado, credo!**

Às vezes jogo com o danadinho no meu colo só olhando... outras vezes abuso dos seus dois neurônios e deixo o jogo ali, se exibindo e o pobre coitado mexendo o mouse e apertando o teclado (desconecto ambos) como se ele estivesse jogando. Em ambos os casos, perco horas em que poderia estar jogando meu jogo favorito, o UT.

Sou um tio coruja e paciente, mas aconselho a todos que nunca, mas nunca mesmo joguem um joguinho colorido e chamativo na frente de crianças... eles viciam os capetinhas mais do que chocolate e sexo me viciam.

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* O personagem do jogo, quando perde uma vida, diz "Mama Miaa!". Meu sobrinho fala "Biiiaaa".
** Já deve existir hoje em dia gente que nunca viu um toca discos: são rodas achatadas feitas de vinil, um tipo de plástico, que tocava músicas em uma agulha; quando riscavam, a agulha pulava e ficava voltando pro mesmo lugar... um saco!).

11 Junho, 2004

Demorei a aparecer de novo aqui, mas foi culpa do trabalho.
É incrível como em certas épocas a gente parece que não dá conta do recado, que não tem tempo suficiente pra nada e, mesmo estando sempre ocupado, não produzimos nada.
Mas vamos vivendo.

Minha reclamação de hoje é com relação às sacanagens do destino. Já repararam como aparece um monte de gente nas horas em que vc menos precisa deles ?

Vou já exemplificando com meu caso: estou andando com a digníssima por uma rua deserta (algumas ainda são bem seguras aqui na minha cidade). Ninguém à frente, ninguém na retaguarda, ninguém pelos flancos. Aquele horário é perfeito, perto da escola, as aulas já começaram e realmente tá tudo deserto. Só faltam mesmo os sons de grilos e do vento. Mas quem estou querendo enganar ? Estou numa cidade. Mas a rua está ali, inteirinha para mim e meus pensamentos quase pecaminosos.

Hora perfeita para dar o bote e roubar um beijo daqueles de tirar o fôlego e aproveitar pra uma provocadinha mais picante. Tomo fôlego enquanto ela fala e, assim que vou agarrá-la de surpresa, vem aquela luz na minha cara. PQP! Farol alto não dá. Ainda bem que não uso óculos... se fossem de grau, certamente eu já estaria cego. De onde veio aquele carro ? E aquelas 20 pessoas lá atrás ? Até um cachorro correndo atrás de um gato aparece.

Engraçado, a rua quase morta e de repente, assim do nada, ela está parecendo o shopping na véspera de natal. Babau romantismo e taradices à parte.

O jeito é seguir em frente e passar por outro local que dê uma boa oportunidade.

E aparece! Outra rua, mais escura, mais deserta, perfeita... quase na esquina eu tomo de novo o fôlego, dessa vez redobrado e... plec plec plec plec... sons de sapatos tipicamente femininos e barulhentos viram a esquina em nossa direção:

- Pois é, menina, eu ia comprar aquela...

Elas passam e levam com elas outra oportunidade de ouro.

Realmente, dá muito trabalho agradar a vocês, mulheres. Vivem esperando que as surpreendamos, mas não compreendem que o mundo luta contra nós, pobres e inafortunados seres do sexo masculino.

Podem até dizer: "Por que não agarrou ela mesmo assim ?". Quem perguntar isso, é porque nunca ouviu a frase "Aqui não, tá cheio de gente, tenho vergonha...".

Aí o jeito é ir pra casa e... mais unreal tournament (continuem leigos!)

21 Maio, 2004

Bom, fim de semana tá aí, meu dinheiro disse "vou ali e não volto" e meu time continua perdendo.
Pelo menos sei que vou ter muito trabalho com coisas que gosto: música e unreal tournament (um dia explico pros leigos o que é).
Fora o mais importante, que é cuidar da minha namorada querida e zoar o capet... digo, meu sobrinho, que tem em mim seu tio preferido.
Vão rolar coisas engraçadas, que depois eu conto.

16 Maio, 2004

ESTAMOS DE VOLTA

É isso aí, povo! Depois de um bom tempo afastado das atividades blogueiras, estamos de volta com tudo o que vocês não queriam saber sobre meus desafetos diários.
Com muito bom humor e cabeça erguida, vamos dar nova cor aos tropeços da vida.
Agora deixem eu ir pra casa, porque tá muito frio e eu não deveria estar aqui!

12 Outubro, 2003

SER OU NÃO SER?

Olá, pessoal! Eu andei uns meses sem sequer aparecer aqui no blog... simplesmente larguei mão de escrever, a preguiça (um dos sete pecados capitais) invadiu meu ser por uns tempos. Fora também a manjada desculpa de se estar cheio de trampo, problemas, sobrinho... essas coisas.
Eu acho que vou retornar aos meus escritos, reformular o blog e reorganizar tudo. Não é uma promessa, mas deixando assim livre haverá mais chances de um retorno do estranho hóspede aos seus causos e contos tragicômicos.
Ainda mais que este é o mês do meu aniversário! Completo 32 primaveras no meio da primavera. Bem que eu queria ter uma prima chamada vera pra frase anterior ter mais sentido ;)
Peço desculpas por não ter avisado ninguém. E dêem-se por satisfeitos, porque pedir desculpas é fato raro em mim.
Me aguardem mais um pouquinho!

07 Julho, 2003



Hoje começou a chover, depois de 1 mês de estiagem. Depois da chuva vem o frio do inverno.
Sempre preferi o frio, mas este ano acho que vou sentir falta do sol.

06 Julho, 2003

MURPHY... MAIS QUE UMA TEORIA, UM ESTILO DE VIDA

Engraçado como tudo às vezes parece ir de encontro às coisas que queremos ou fazemos. Sou capaz de fazer trabalhos interessantes no photoshop. Crio capas de livros para os professores, crio sites, crio cartazes, faço montagens fotográficas para zoar com algum amigo... mas, quando o assunto é fazer as coisas pra mim, nada dá certo.

Tenho dois blogs. Este aqui e outro que ainda não está no ar. Os templates que crio, apesar de estarem de acordo com as instruções do provedor, simplesmente não funcionam como eu preciso. Como sou teimoso e orgulhoso, continuo tentando descobrir por mim mesmo o que acontece errado e por que SÓ COMIGO.

Como dizem por aí, 'a informática foi criada para resolver problemas que antes não existiam'.

A propósito, minha torrada acaba de cair no chão com a manteiga virada pra baixo.

17 Junho, 2003

QUASE LÁ, PESSOAL!

Como diria o Fofão (alguém lembra dele ?) "tem que ter pacência!".
Só mais um pouquinho pessoal! O meu blog, revigorado, revolucionado, re-analisado, re-estudado, reorganizado, reaproveitado e revoltado estará de volta com capacidade total e toda a sinceridade que possui este humilde ser que vos escreve.
Para os que gostam de cronogramas, espero acabar tudo até o dia 27 de julho. Quem sabe eu faça o upload da minha própria casa, inaugurando meu computador novo, hein ?
Um beijo e uma balida especiais pra minha filhota Lena, que está de cumpleaños.

15 Maio, 2003

GOOD NEWS FROM THE FRONT

E aí, pessoas! Aproveito para avisar que retornarei às minhas atividades blogueiras em breve.
Meu computador retornou e estou me situando na maré de trabalho (que passa do meu pescoço), pra poder refazer meu template, o da Larinha e voltar a postar minhas histórias incríveis.

Beijos pras minas e abraços pros manos!